terça-feira, 18 de abril de 2017

Brasão da Família Queiroz

O sobrenome português Queiroz tem origem toponímica, surgindo na referência à região de Quirós nas Astúrias, no Norte da Espanha. O nome Quirós, por sua vez, é de origem adversa, há quem diga que venha do grego e significa “forte”, em outra interpretação a palavra significaria “mão”, podendo vir também das línguas pré-romanas da região e significar pedra.
O sobrenome Quirós da Espanha passou a Portugal ganhando a forma Queirós e Queiroz, destes destaca-se Custódio de Queirós Pessanha de Sampaio, de quem descendem os nobres Queiroz portugueses.

sábado, 25 de março de 2017

Brasão da Família Fortes

A família Fortes surgiu na Península Ibérica e está relacionada à alcunha que os cavaleiros usavam demonstrando sua força, sendo um apelido comum entre os cavaleiros das ordens religiosas na Reconquista Cristã, logo existem vários brasões para família Fortes na Espanha.
Os Fortes de Portugal usam as armas em vermelho com um castelo de prata, e na porta dele um guerreiro armado com uma lança negra hasteada de ouro; e com uma bordadura azul.

Brasão da Família Evangelho

A família portuguesa Evangelho tem como seu patriarca Martim Esteves Evangelho, que viveu no século XV. Martim Esteves Evangelho era chamado de Beirão por se natural da Beira e casou-se duas vezes, destes matrimônios descende a família Evangelho.
A palavra Evangelho é de origem grega que significa “boa nova ou boa notícia” e está relacionada aos ensinamentos de Jesus.
O brasão da família Evangelho é em azul com uma cruz de ouro, cantonada de quatro besantes figurados de prata: no primeiro de uma águia estendida de sua cor; o segundo de um anjo vestido de vermelho com as asas de verde; o terceiro de um boi de sua cor; e o quarto de um leão de sua. Seres símbolos dos quatro evangelhos canônicos.  

Brasão da Família Beltrão

A família Beltrão é de origem espanhola, descendente dos Beltran que passaram para Portugal no reinado de D. Afonso V, no século XV, quando Manuel Beltran se estabeleceu e Portugal vindo de Castela.
O nome Beltran vem do germânico e significa “corvo brilhante ou ilustre”, o corvo era um animal admirado entre os povos germânicos por ser um dos animais favoritos de Odin.

Brasão da Família Carvalhosa e Palhavã

A família portuguesa Carvalhosa é de origem toponímica e indicaria uma pessoa vinda de um lugar com muitos carvalhos. O sobrenome nasceu na Quinta de Carvalhosa no concelho de Santa Cruz de Riba Tâmega, atual concelho de Amarante, no Norte de Portugal.
A família Carvalhosa se ligou por matrimônio a família Palhavã passando a usar suas armas, em azul com um feixe de trigo de ouro, atado de vermelho e acompanhado de quatro torres de prata, iluminadas e lavradas de negro, acantonadas.
Os Palhavãs descendem de Joane Anes Palhavã, que tomou o nome de um local próximo a Lisboa, na freguesia de Nossa Senhora de Fátima. O nome Palhavã significa “casa coberta de palha e sem forro”.
A neta de Joane Anes Palhavã chamada D. Brites Palhavã contraiu matrimônio com Lourenço Álvares de Carvalhosa, destes nasceu Gomes Lourenço Palhavã, copeiro-mor do rei D. João I e senhor das terras dos Carvalhosas e Palhavãs que passaram a usar o mesmo brasão, visto que foram reunidas as duas famílias.

sexta-feira, 24 de março de 2017

Brasão da Família Negrelli (Stemma della famiglia Negrelli)


O sobrenome Negrelli, também grafado Negrello, é de origem italiana e está relacionado à palavra latina níger, que significa negro, o que leva a crer que o sobrenome venha da alcunha de alguém com cabelo ou pele negra.
Ao lado o brasão da família Negrelli de Roma, esquartelado com o primeiro e o quarto quartel de azul com um galo vermelho, posto sobre uma colina de frente um pro outro; no segundo e no terceiro de ouro com uma águia bicéfala negra coroada; e com uma faixa em pala de azul com uma espiga de ouro com quatro folhas de verde.

sexta-feira, 3 de março de 2017

Brasão da Família Amaro (Stemma della famiglia Amaro)

Existem diversas teorias para a origem do sobrenome Amaro, porém a mais aceita é que venha do latim amarus, que significa amargo e tenha sido tomado como alcunha por alguém dito como  "amargo ou triste". Assim teria surgido à família Amaro da Sicília, uma nobre família Italiana que nasceu na região de Trapani, na parte ocidental da Sicília.
A família Amaro italiana, também grafada como Amari, foi uma nobre e antiga família cujo membro mais antigo de que se tem notícia é Leonardo Amari, que foi superintendente do Palácio Real e dos aposentos do rei Frederico III da Sicília. O filho de Leonardo Amaro chamado Filippo Amari serviu a rainha Maria da Sicília e recebeu do rei Martim I da Sicília um feudo em Salemi.
Na Península Ibérica também surgiu uma família Amaro, que  assim como a familia italiana, os Amaros de Portugal e Espanha estariam ligados da mesma forma a palavra amarus, sendo que uns consideram que o sobrenome possa ter origem árabe, germânica e até judaica, mas o mais provável  é que esteja associado a algum tipo de planta de sabor amargo e o apelido Amaro seria levado por alguém vindo de um lugar com essas plantas.
Acima o brasão dos Amari ou Amaro da Sicília e abaixo o brasão dos Amaro do País Basco.